Memories *

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Será que nos entregamos demasiado depressa?

Antigamente, contam os meus pais que os namoros tinham muita mais magia, e eu sou da mesma opinião.
As raparigas eram resguardadas, não namoravam com qualquer um. E o namoro era automáticamente para no futuro haver casamento.
Uma rapariga que andasse de rapaz em rapaz no futuro dificilmente casaria.
Namoravasse por cartas e à janela. E só depois de algum tempo de namoro é que se dava a mão ou beijo leve na face e às escondidas. Tudo isto com muito requinte e paixão.
Actualmente começa-se e acaba-se namoros pelas redes sociais ou por sms's. As raparigas em geral entregam-se muito facilmente. Há logo linguados e apalpanços e tudo em público. Havendo depois mães ainda adolescentes sem os anos escolares obrigatórios e sem o apoio do pai da criança e fica a criança a nascer sem futuro e com uns pais que não o desejam.  
Claro que não sou contra que os namorados se beijem mas nada mais.


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